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	<title>Arquivos Espaços Métricos - Educacional Plenus</title>
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	<description>Vestibular, Ensino Superior, exercícios e muito mais!</description>
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	<title>Arquivos Espaços Métricos - Educacional Plenus</title>
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	<item>
		<title>Seja S⊂M um conjunto denso. Dada uma sequência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plenus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 23:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaços Métricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[Espaços Métricos] Seja S⊂M um conjunto denso. Dada uma sequência (xn) no espaço métrico M, suponha que exista x∈M tal que limn→∞⁡ d(xn,s)=d(x,s), para todo s∈S. Prove que limn→∞⁡ xn = x. Solução:</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>[Espaços Métricos] Seja S⊂M um conjunto denso. Dada uma sequência (x<sub>n</sub>) no espaço métrico M, suponha que exista x∈M tal que lim<sub>n→∞</sub>⁡ d(x<sub>n</sub>,s)=d(x,s), para todo s∈S. Prove que lim<sub>n→∞</sub>⁡ x<sub>n</sub> = x.</p>



<p class="has-pale-pink-color has-text-color has-link-color wp-elements-0933d0573d63ade02552c3697c06cb9c"><strong>Solução:</strong></p>


<p><div class="boombox-responsive-embed "><iframe title="Seja S⊂M um conjunto denso (Espaços Métricos - Elon Lages Lima)" width="1160" height="653" src="https://www.youtube.com/embed/0JZ5KWD84A0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div></p><p>O post <a href="https://educacionalplenus.com.br/seja-s%e2%8a%82m-um-conjunto-denso-dada-uma-sequencia/">Seja S⊂M um conjunto denso. Dada uma sequência</a> apareceu primeiro em <a href="https://educacionalplenus.com.br">Educacional Plenus</a>.</p>
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		<item>
		<title>Funções Contínuas &#8211; Teorema 1</title>
		<link>https://educacionalplenus.com.br/funcoes-continuas-teorema-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Plenus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 15:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaços Métricos]]></category>
		<category><![CDATA[Funções Contínuas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados os espaços métricos $$M,N_{1}$$ e $$N_{2}$$, uma função $$f:M\longrightarrow N_{1}\times N_{2}$$ é dada por suas coordenadas do seguinte modo: $$f(p)=(f_{1}(p),f_{2}(p))$$, para todo $$p\in M$$ e para as funções $$f_{1}:M\longrightarrow N_{1}$$ e $$f_{2}:M\longrightarrow N_{2}$$. Portanto, $$f$$ é contínua se, e somente se, $$f_{1}$$ e $$f_{2}$$ forem contínuas. Demonstração: Adota-se a métrica do máximo para o...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados os espaços métricos $$M,N_{1}$$ e $$N_{2}$$, uma função $$f:M\longrightarrow N_{1}\times N_{2}$$ é dada por suas coordenadas do seguinte modo: $$f(p)=(f_{1}(p),f_{2}(p))$$, para todo $$p\in M$$ e para as funções $$f_{1}:M\longrightarrow N_{1}$$ e $$f_{2}:M\longrightarrow N_{2}$$.</p>
<p>Portanto, $$f$$ é contínua se, e somente se, $$f_{1}$$ e $$f_{2}$$ forem contínuas.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Demonstração:</span></strong></p>
<p>Adota-se a métrica do máximo para o espaço métrico do produto cartesiano. Note que, posteriormente, com a equivalência de normas, o teorema poderá ser utilizado de maneira geral em qualquer espaço produto.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">i)</span> Sê $$f$$ é contínua, então, para qualquer $$\epsilon&gt;0$$, existe $$\delta&gt;0$$ tal que, se $$d(p,p_{0})&lt;\delta$$, para qualquer $$p_{0}\in M$$ fixado, implica que $$d_{max}(f(p),f(p_{0}))&lt;\epsilon$$. Com efeito, $$d_{max}&lt;\epsilon$$ implica que $$d_{i}(f_{i}(p),f_{i}(p_{0}))&lt;\epsilon$$, para $$i\in\{1,2\}$$, donde se conclui que as funções coordenadas são contínuas.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">ii)</span> Reciprocamente, sejam $$f_{1}$$ e $$f_{2}$$, as funções coordenadas, contínuas. Então, dado $$\epsilon&gt;0$$, existem $$\delta_{1},\delta_{2}$$ &gt;0 tais que, se $$d(p,p_{0})&lt;min\{\delta_{1},\delta_{2}\}$$, então $$d_{1}(f_{1}(p),f_{1}(p_{0})) ,d_{2}(f_{2}(p),f_{2}(p_{0}))&lt;\epsilon$$, para qualquer $$p_{0}\in M$$ fixado.</p>
<p>Daqui, evidentemente, $$d_{max}=max\{d_{1}(f_{1}(p),f_{1}(p_{0}),d_{2}(f_{2}(p),f_{2}(p_{0})\}&lt;\epsilon$$, o que demonstra a continuidade de $$f$$.</p>


 
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		<item>
		<title>Todo subespaço vetorial normado tem interior vazio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plenus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 22:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaços Métricos]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços Normados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços Vetoriais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prove que, num espaço vetorial normado $$E$$, todo subespaço vetorial $$U$$ próprio tem interior vazio. Conclua que, para todo $$a\in E$$, a variedade afim $$a+U=\{a+v; v\in U\}$$ tem interior vazio. Demonstração Como $$U$$ é um subespaço próprio de $$E$$, é fato que $$E-U\neq \{0_{E}\}$$. Seja $$x\notin U$$ tal que $$x\neq 0_{E}$$, então $$v-\alpha\cdot x$$ não...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Prove que, num espaço vetorial normado $$E$$, todo subespaço vetorial $$U$$ próprio tem interior vazio. Conclua que, para todo $$a\in E$$, a variedade afim $$a+U=\{a+v; v\in U\}$$ tem interior vazio.</p>



<span id="more-12373"></span>



<p><strong><span style="color:#f70522" class="has-inline-color">Demonstração</span></strong></p>



<p>Como $$U$$ é um subespaço próprio de $$E$$, é fato que $$E-U\neq \{0_{E}\}$$. Seja $$x\notin U$$ tal que $$x\neq 0_{E}$$, então $$v-\alpha\cdot x$$ não pertence a $$U$$, sejam quais forem $$\alpha\neq 0$$ e $$v\in U$$. </p>



<p>Com efeito, se existissem $$\alpha_{0}$$ e $$v_{0}$$ tais que $$v_{0}-\alpha_{0}x\in U$$, teríamos $$x=(1/\alpha_{0})v_{0}-(1/\alpha_{0})(v_{0}-\alpha_{0}\cdot x)\in U$$, pelo critério do subespaço vetorial, algo que contraria a hipótese inicial.</p>



<p>Agora, dado qualquer $$\delta&gt;0$$ e qualquer $$v\in U$$, podemos escolher $$y=\frac{\delta\cdot x}{2||x||}$$, com $$x\neq 0_{E}\notin U$$. O elemento $$v-y$$, que não pertence a $$U$$, sempre estará em $$B(v,\delta)$$.</p>



<p>De fato, $$||v-(v-y)|| = ||y|| = ||\delta \frac{x}{2||x||}||=\frac{\delta\cdot ||x||}{2||x||}=\frac{\delta}{2}&lt;\delta$$.</p>



<p>Em particular, para as classes de equivalência de $$U$$, bastaria tomar $$a\notin U$$, de modo que $$||a+\frac{\delta\cdot v}{2||v||}-a||=\frac{\delta\cdot ||v||}{2||v||}&lt;\delta$$. Daqui, conclui-se que sempre haverá elementos (neste caso, o elemento é $$\frac{\delta\cdot v}{2||v||}$$), que não pertencem à classe $$a+U$$, ainda que pertençam ao conjunto $$B(a+v,\delta)$$.</p>



<p><strong>Referência: </strong></p>



<p>Lima, Elon Lages &#8211; Espaços Métricos. 4.ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2009</p>
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		<title>Espaços Normados &#8211; Exercício 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plenus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 21:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaços Métricos]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços Normados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços Vetoriais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja $$E$$ um espaço vetorial normado, e seja $$U\subset E$$ um subespaço do primeiro. Prove que $$inf\{&#124;&#124;v&#124;&#124;, v\in U\}=0$$. Demonstração: Demonstraremos que, dado um ε>0, existe $$v\in U$$ tal que $$&#124;&#124;v&#124;&#124;&#60;\epsilon$$. De fato, suponha, por absurdo, que exista $$\epsilon_{0}>0$$ para o qual $$&#124;&#124;v&#124;&#124;\geq\epsilon_{0}$$, para qualquer $$v\in U$$. Então, fixado $$v\in U$$, existe $$l_{v}>0$$ tal que...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Seja $$E$$ um espaço vetorial normado, e seja $$U\subset E$$ um subespaço do primeiro. Prove que $$inf\{||v||, v\in U\}=0$$.</p>



<p><strong><span style="color:#a30009" class="has-inline-color">Demonstração:</span></strong></p>



<p>Demonstraremos que, dado um ε>0, existe $$v\in U$$ tal que $$||v||&lt;\epsilon$$. De fato, suponha, por absurdo, que exista $$\epsilon_{0}>0$$ para o qual $$||v||\geq\epsilon_{0}$$, para qualquer $$v\in U$$. Então, fixado $$v\in U$$, existe $$l_{v}>0$$ tal que $$\epsilon_{0}+l_{v}=||v||$$. </p>



<p>Como $$U$$ é subespaço, $$u=\lambda v \in U$$, para qualquer λ no corpo. Em particular, para $$\lambda = \frac{\epsilon_{0}}{2(\epsilon_{0}+l_{v})}$$, temos $$||\lambda v||=|\lambda| ||v|| = \frac{\epsilon_{0}}{2(\epsilon_{0}+l_{v})}\cdot (\epsilon_{0}+l_{v})=\epsilon_{0}/2$$, de modo que $$||u||=||\lambda v|| = \epsilon_{0}/2 &lt; \epsilon_{0}$$, contrariando a hipótese de que existe um limitante inferior maior do que zero para as normas vetoriais de $$U$$. Isso prova o enunciado.</p>



 
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		<title>Conjuntos Fechados &#8211; Exercício 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plenus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 19:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaços Métricos]]></category>
		<category><![CDATA[espaço de banach]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja um espaço vetorial normado $$E$$. Dado um conjunto $$A\subset E$$ limitado, prove que o fecho de $$A$$ também é limitado. Demonstração: Por hipótese, existe $$M_{0}>0$$ tal que, para qualquer $$x\in A$$, $$&#124;&#124;x&#124;&#124;\leq M_{0}$$. Seja um elemento $$p\in \bar{A}$$, um ponto no fecho do conjunto $$A$$. Sabe-se que, para qualquer $$\epsilon>0$$, existe $$x\in A\cap B(p,\epsilon)$$,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Seja um espaço vetorial normado $$E$$. Dado um conjunto $$A\subset E$$ limitado, prove que o fecho de $$A$$ também é limitado.</p>



<p><strong><span style="color:#f5060a" class="has-inline-color">Demonstração:</span></strong></p>



<p>Por hipótese, existe $$M_{0}>0$$ tal que, para qualquer $$x\in A$$, $$||x||\leq M_{0}$$. Seja um elemento $$p\in \bar{A}$$, um ponto no fecho do conjunto $$A$$. Sabe-se que, para qualquer $$\epsilon>0$$, existe $$x\in A\cap B(p,\epsilon)$$, pelo fato de $$p$$ ser um ponto adente ao conjunto $$A$$.</p>



<p>Utilizando essa informação e a hipótese do conjunto limitado, tem-se que, para qualquer $$\epsilon&gt;0$$, existe $$x\in A$$ tal que</p>



<p>\[||p-x||&lt;\epsilon \Longrightarrow ||p|| &lt; \epsilon + ||x|| = \epsilon + M_{0}.\]</p>



<p>Isso prova que $$||p||&lt;M_{0}$$, do contrário, haveria $$r\geq 0$$ tal que $$r+M_{0}=||p||$$. Escolhendo $$\epsilon &lt;r/2$$, ter-se-ia</p>



<p>\[r+M_{0}=||p||&lt;\epsilon + M_{0}=\frac{r}{2}+M_{0},\]</p>



<p>o que é claramente o um absurdo. Isso prova que, seja qual for o elemento do fecho de $$A$$, a sua norma não pode ultrapassar o valor de $$M_{0}$$, isto é: o fecho é um conjunto limitado em $$E$$.</p>
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		<item>
		<title>Espaços Métricos &#8211; Funções Contínuas &#8211; Exercício 1</title>
		<link>https://educacionalplenus.com.br/espacos-metricos-funcoes-continuas-exercicio-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Plenus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 01:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaços Métricos]]></category>
		<category><![CDATA[espaços métricos]]></category>
		<category><![CDATA[Funções Contínuas]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sejam $$f,g: M\longrightarrow N$$ contínuas, em que $$M$$ e $$N$$ são espaços métricos. Dado $$a\in M$$, suponha que toda bola de centro $$a$$ contenha um ponto $$x$$ tal que $$f(x)=g(x)$$. Conclua que $$f(a)=g(a)$$. Use esse fato para mostrar que, se $$M=N=\mathbb{R}$$ e $$f(x)=g(x)$$ para todo racional, então $$f=g$$. Solução: i) Pela continuidade, dado $$\epsilon&#62;0$$, existem...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sejam $$f,g: M\longrightarrow N$$ contínuas, em que $$M$$ e $$N$$ são espaços métricos. Dado $$a\in M$$, suponha que toda bola de centro $$a$$ contenha um ponto $$x$$ tal que $$f(x)=g(x)$$. Conclua que $$f(a)=g(a)$$.  Use esse fato para mostrar que, se $$M=N=\mathbb{R}$$ e $$f(x)=g(x)$$ para todo racional, então $$f=g$$.</p>



<p><strong><span style="color:#f00509" class="has-inline-color">Solução:</span></strong></p>



<p><span style="color:#f50408" class="has-inline-color">i) </span>Pela continuidade, dado $$\epsilon&gt;0$$, existem $$\delta_{1},\delta_{2}$$ maiores que 0, para os quais, se $$x\in B(a,\delta_{1})$$, então $$f(x)\in B(f(a),\epsilon)$$, e, se $$x\in B(a,\delta_{2})$$, então $$g(x)\in B(g(a),\epsilon)$$. Escolhendo-se $$\delta = min\{\delta_{1},\delta_{2}\}$$, conclui-se que, se $$x\in B(a,\delta)$$, tem-se $$f(x)\in B(f(a),\epsilon)$$ e $$g(x)\in B(g(a),\epsilon)$$.</p>



<p>Escolhendo um $$x$$ tal que $$f(x)=g(x)$$, cuja existência é garantida pelo enunciado, aplica-se a desigualdade triangular do seguinte modo:</p>



<p>\[d(f(a),g(a))\leq d(f(a),f(x))+d(f(x),g(a))=d(f(x),f(a))+d(g(x),g(a))&lt;2\epsilon,\]</p>



<p>em que $$d$$ é a métrica no espaço $$N$$. <br></p>



<p>Finalmente, conclui-se que $$d(f(a),g(a))&lt;2\epsilon$$, para qualquer $$\epsilon&gt;0$$. Se houver $$0&lt;r=d(f(a),g(a))$$, basta tomar $$\epsilon = r/2$$, para concluir que $$r=d(f(a),g(a)) &lt; 2\cdot (r/2)=r$$, o que é um absurdo. Logo, a única opção é que se tenha $$r=0$$, donde se conclui que $$f(a)=g(a)$$, uma vez que $$d(f(a),g(a))=0$$.</p>



<p><span style="color:#f2070b" class="has-inline-color">ii) </span>No caso dos reais, se $$a$$ é um número irracional, sabe-se que toda bola $$B(a,\delta)$$ contém algum número racional, de modo que $$f(x)=g(x)$$. Assim, chega-se à conclusão de que $$f(a)=g(a)$$ pelo mesmo método anteriormente exibido.</p>
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